Façamos esse caminho de conversão e de humildade, reconheçamo-nos pecadores

Com alegria nos reunimos para bendizer o Deus da vida, que está sempre junto a nós, renovando nossas forças junto aos romeiros de Campo Maior-PI e de Araticum-Ubajara-CE. Jesus nos acolhe em nossas aflições e ouve a oração de quem reza com o coração sincero e humilde. Neste Dia Mundial das Missões, que traz o lema “Sereis minhas testemunhas”, celebremos em comunhão com a proposta de uma Igreja sinodal. O Evangelho de hoje continua o tema da oração e nos ensina o modo de fazê-la.

A parábola apresenta dois modos de dialogar com Deus: o do fariseu e do publicano. O primeiro é presunçoso: elenca suas qualidades e despreza os outros; o segundo é humilde: reconhece suas fraquezas e misérias. Pela descrição, o fariseu era homem correto, honesto, fiel observante dos mandamentos. Pensava ter méritos diante de Deus. O problema dele era sua arrogância, o julgamento negativo e o desprezo dos outros. O comportamento com o próximo revela nosso relacionamento com Deus.

O publicano era cobrador de impostos, colaborador dos romanos e odiado pelos judeus, mas reconhece sua pequenez e a grandeza e misericórdia de Deus. Ninguém pode se considerar justo a ponto de ter méritos diante de Deus e desprezar os outros, considerando-os inferiores. Diante de Deus, necessitamos estar desarmados de toda presunção e preconceito: presunção de nos considerarmos perfeitos e melhores que os outros; preconceito contra os outros, rotulando-os. É importante lembrar sempre a pequenez e a limitação humanas. Isso muda nossa relação com Deus, tornando-nos mais abertos à ação dele e criando espaços de fraternidade e partilha com os outros.

 

 

 

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